Por: Diário Digital Castelo Branco
O Movimento Para Todos (Mov.PT) votou contra o Regulamento da Organização, Estrutura e Funcionamento dos Serviços Municipais, apresentado dia 6 de março de 2026, em Assembleia Municipal de Idanha-a-Nova, por considerar que a proposta mantém um modelo pesado, dispendioso e politicamente incoerente.
Em nota de imprensa, o Movimento refere que a própria Presidente da Câmara Municipal, Elza Rodrigues, admite que o organograma aprovado em 2025 falhou, gerando consumo excessivo de recursos e fraco funcionamento dos serviços. Apesar disso, a maioria PS insiste em manter uma estrutura dirigente que custa cerca de 1,4 milhões de euros por ano, limitando‑se a anunciar uma redução de 200 mil euros, uma migalha face ao peso real desta despesa.
“Num orçamento municipal de 43,7 milhões de euros, é inaceitável que mais de 3% sejam absorvidos apenas por vencimentos de dirigentes, sem ganhos claros para os munícipes. A redução anunciada não corrige o erro de fundo: demasiadas chefias, demasiada hierarquia e pouca eficiência. Acresce a falta de coerência política de quem aprovou em 2025 um modelo que hoje reconhece como inadequado, revelando ausência de planeamento e instabilidade na gestão municipal.
Por responsabilidade para com os munícipes e o dinheiro público, o Movimento Para Todos – Mov.PT, votou contra esta proposta, reafirmando que Idanha‑a‑Nova precisa de menos cargos e mais serviços a funcionar”, conclui o texto do Mov.PT.
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